26/09/12

QUE QUER DIZER REALMENTE Somos o que comemos?

Acabo de encontrar uns apontamentos antigos sobre SOMOS O QUE COMEMOS que merecem ver a Luz =0)
*Porque não se favorece o consumo (ou se proíbe, melhor dito) de certos alimentos nos mosteiros budistas (amendoim, alho são proibidos)? Ou a famosa carne, banida das dietas e filosofias vegetarianas? 
Somos o que comemos... nem sonhamos quanto! Até o ponto de incorporar características emocionais dos seres (sejam animais, vegetais...). * 
Como nas tribos índias americanas ou africanas que praticavam o consumo ritual de, por exemplo, o coração de um leão - assim os guerreiros incorporavam as características de força, resistência, ferocidade, agressividade do leão para terem sucesso na caça. 
Ou como Michio referiu numa das suas últimas conferências: uma senhora veio consultá-lo muito aflita pelo comportamento do marido. O senhor perseguia-a pela casa com uma faca! E ela, claro, queria divorciar-se dele. Michio disse-lhe para não se divorciar, que o ajudasse pelo contrário. Como? Michio perguntou então se o marido não comeria espadarte (peixe espada?) e ela respondeu que ele adorava! Bom, "é por isso que anda atrás de si com uma faca!" 
Isto fez com que o Professor e eu tivéssemos uma longa conversa a posteriori sobre os hábitos alimentares e hábitos dos povos: será por isto que os japoneses andam sempre "em cardume" a tirar fotografias nas férias, porque comem muito peixe...? Ou os portugueses que gostam tanto de marchas (porque haviam de gostar tanto de marchar? marchar lembra-me a parada militar: não é nada apelativa uma marcha para mim!) será porque comem muito porco? (o porco gosta de bater com os cascos na lama!) Ou daí o "moderno" MEDO português perante desafios ou coisas novas que outros não tenham feito já (a carne de porco actua sobre os RINS/BEXIGA, daí a emoção do MEDO exacerbada...). Ou os americanos, a comerem tanta carne de vaca: têm virado autênticos bezerros, bois e vacas - até mastigam chiclas, e muitos parecem-se com ruminantes!!
* Ver os casos de pessoas que alteraram traços de personalidade após transfusões de sangue ou transplantações de órgãos

Sem comentários:

Enviar um comentário